Ademir Pereira dos Santos é arquiteto e urbanista formado pela UEL (Universidade Estadual de Londrina). É mestre em história pela Unesp (1992) e doutor pela FAU-USP (2000). Ademir leciona em várias universidades e é membro do DOCOMOMO Brasil (Documentation and Conservation of Buildings, Sites and Neighbourhoods of the Modern Movement), além de ter integrado a equipe que editou o primeiro volume do Inventário de Arquitetura Moderna do Vale do Paraíba, em 1997.

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Dr. Allen Frances

Allen Frances é doutor em medicina e professor emérito da Escola de Medicina da Universidade Duke, na Carolina do Norte, Estados Unidos. Foi chefe do departamento de psiquiatria da mesma universidade entre 1992 e 1998. Além de ter liderado a equipe responsável pela elaboração do DSM-IV (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais), é autor do livro Differential Therapeutics e do estudo The New Crisis of Confidence in Psychiatric Diagnosis.

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Natural de Tupã (SP), começou a trabalhar como assistente de fotógrafo e laboratorista aos 17 anos, em São Paulo. Em 1986, mudou-se para Bahia, onde passou a fazer trabalhos publicitários, editoriais e institucionais. Seu trabalho atual consiste na produção de fotos para relatórios corporativos, publicações de livros de arte e história, desenvolvimento de projetos sobre etnia e meio ambiente. Pela Versal, publicou em parceria com Luciano Andrade o livro Photo Bahia (2008), com exposição sobre o tema, e em parceria com Don Gregório da Paixão (Arcebispo auxiliar da Bahia), lançou Mosteiro de São Bento da Bahia (2011), que foi agraciado pelo “Prêmio Odebrecht de Pesquisa Histórica – Clarival do Prado Valladares”.

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Cineasta, roteirista, compositor e músico, nascido em Salvador, Bahia, em 1948, e radicado em Brasília desde 1991. Entre outros filmes brasileiros, dirigiu o longa Meteorango Kid: O Herói Intergalático (1969), filme cult do cinema marginal, e o documentário O Exu Iluminado (2012), sobre o artista plástico Mário Cravo. Fugindo da repressão, em meados dos anos 1970 foi para a Índia e depois para Portugal, onde viveu de 1977 a 1979. Desde a década de 1980 dedicou-se ao ambicioso projeto de musicar os poemas do livro Mensagem (1934), de Fernando Pessoa.

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Educador renomado, iniciou sua carreira lecionando no ensino supletivo e lecionou durante mais de 25 anos nos ensinos Fundamental e Médio. Com o tempo, tornou-se dirigente e técnico de políticas públicas para a infância e juventude, tendo experiência em diferentes órgãos governamentais e não governamentais. Deu consultoria a empresas e organizações internacionais, como a OIT e a Unesco. Participou da elaboração do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), é autor dos livros Lições de Aprendiz, Organizações com causa e Educação para o desenvolvimento humano, entre outros. Antonio Carlos faleceu em 2011, deixando um grande legado para a educação brasileira.

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Bacharel em comunicação, jornalista, tradutor e professor de arte da escrita. Tem larga experiência na construção de conteúdo para sites e na criação de roteiros e material de comunicação corporativa. É autor dos livros Não perca a prosa (Versal, 2003), Que fim levou Brodie (1996, Prêmio Nestlé de literatura em 1997) e Braz, Quincas e Cia (2002). Desde 2001, dá cursos e palestras sobre a arte da escrita.

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Poeta, escritor e antropólogo, Antonio Risério nasceu na cidade de Salvador. Escreveu os livros Caymmi: uma utopia de lugar(1993), A banda do companheiro mágicoA utopia brasileira e os movimentos negros e Anos 70 – trajetórias. Pela Versal, publicou Uma história da cidade da Bahia e Adorável comunista. Também compôs músicas em parceria com Caetano Veloso, Gilberto Gil, Jorge Alfredo e Moraes Moreira.

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É licenciado em história pela Universidade de Barcelona, com especialização em proto-história da península ibérica. Participou de inúmeras escavações arqueológicas, tanto programadas por universidades como profissionalmente em intervenções de urgência. Há cinco anos é codiretor do projeto de pesquisa do sítio arqueológico ibérico e romano da Torre Roja, localizado em Caldes de Montbui. Atualmente, trabalha como professor de segundo grau em uma escola em Barcelona.

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Carlos Etchevarne é argentino, mas mora desde 1985 em Salvador. Professor e pesquisador do Departamento de Antropologia da UFBA, é mestre em arqueologia pela USP, doutor em pré-história pelo Museu de História Natural de Paris e PhD pelo Instituto de Arqueologia da Universidade de Coimbra, em Portugal. Desde 1998 vem estudando as pinturas rupestres na Bahia e, em 2006, com o projeto Homem e Natureza – Imagens da Arte Rupestre na Bahia, venceu a 3ª edição do “Prêmio Odebrecht – Clarival do Prado Valladares”. Com o prêmio, Etchevarne lançou o livro Escrito na Pedra – Cor, forma e movimento nos grafismos rupestres da Bahia, pela Versal Editores, e organizou um banco de dados para pesquisadores no Museu de Arqueologia e Entnologia da Universidade Federal da Bahia.

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Carlos Sarno

Carlos Sarno nasceu em um pequeno vilarejo do sertão da Bahia. Em 1966, escreveu a peça Aventuras e desventuras de um estudante, que foi proibida de ser encenada, em meio à intensa mobilização de protestos contra a censura da ditadura. Entre 1970 e 1973, esteve preso duas vezes condenado por subversão e militância na Vanguarda Armada Revolucionária Palmares (VAR-Palmares). É autor da peça Boca do Inferno e um dos editores de Boca do Inferno Invasão, jornais alternativos de curta e intensa vida. Tem poemas publicados em jornais e revistas. É autor de EbóVinte Poemas desesperados e uma canção de amor, editado pela Versal.

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Nascido em Salvador em 1974, filho de mãe dinamarquesa e pai brasileiro, Christian Cravo foi criado entre o Brasil e Dinamarca, tendo sido introduzido no mundo das artes ainda novo. Começou suas experiências com a técnica fotográfica aos onze anos de idade e já expôs em museus e galerias na Europa, Brasil e Estados Unidos. Recebeu prêmios do Museu de Arte Moderna da Bahia e bolsas de pesquisa do Mother Jones International Fund for Documentary Photography, da Fundação Vitae e da Fundação John Simon Guggenheim. Foi indicado para prêmios internacionais como o Paul Huff (Holanda, 2007) e o Prix Pictet (UE, 2008). Atualmente, Christian se dedica a um novo projeto, intitulado Luz e Sombra, que tem como tema a África.

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Foi doutora em história pela The Johns Hopkins University, pós-doutora em História do Brasil República pela Universidade da Califórnia e professora aposentada da Universidade Federal da Bahia. Ganhou o “Prêmio Pesquisador do Ano – UFBA” em 1990. Escreveu vários livros, entre eles Poder e Representação (1992) e Canudos – Cartas para o Barão (2000). Dirigiu o Centro de Memória da Bahia, da Fundação Pedro Calmon, do governo baiano. Foi eleita, em 1992, membro efetivo da Academia de Letras da Bahia. Faleceu em 2013.

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Graduado em economia pela USP, mestre e doutor em história pela Universidade Hebraica em Jerusalém, foi pesquisador visitante na Universidade de Yale e pós-doutorando na Universidade de Stanford. Estuda os instrumentos, estratégias e mecanismos – oficiais e informais – que promoviam a integração e a expansão dos mercados no comércio transatlântico no período colonial. Atualmente, é professor e pesquisador do Departamento de História da Universidade de São Paulo, na área de Brasil Colônia.

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Darién J. Davis é professor de história do Middlebury College, em Vermont (EUA). Publicou livros sobre raça, migração e história intelectual e cultural do séc XX.

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Dom Gregório nasceu em Aracaju, Sergipe, e ingressou no mosteiro de São Bento da Bahia, em 1986, sendo ordenado sacerdote em 1993. Teólogo e antropólogo, publicou 14 livros, além de artigos para revistas nacionais e internacionais. Leciona língua grega e homilética na Faculdade São Bento, e antropologia cultural na Universidade Aberta de Amsterdã, na Holanda. Estudou piano e órgão de tubos no Instituto de Música da Universidade Católica do Salvador, e artes plásticas no ateliê do pintor baiano Waldo Robatto. Em 2006, foi eleito pelo papa Bento XVI bispo titular de Fico, na Mauritânia (África) e auxiliar da arquidiocese de São Salvador da Bahia. É membro da Comissão Episcopal Pastoral para a Cultura e Educação da CNBB, membro titular do Conselho de Cultura do Estado da Bahia e bispo diocesano de Petrópolis.

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Edu Simões iniciou sua carreira como fotojornalista em 1976. Três anos mais tarde tornou-se um dos membros fundadores da agência F4, tendo também trabalhado como editor e editor assistente de fotografia nas revistas IstoÉ, Goodyear, Bravo e República. Deu início à série de ensaios fotográficos dos Cadernos de Literatura Brasileira, do Instituto Moreira Salles, em 1996. Seu trabalho foi exibido em 2011 no FotoRio e na Maison Europeéenne de la Photographie, em Paris. Foi contemplado com os prêmios Marc Ferrez de Fotografia (2012) e Vladmir Herzog de Direitos Humanos (1980). Suas obras integram os acervos da Coleção Pirelli/MASP, do MAM-SP, da Pinacoteca do Estado de São Paulo e do MIS-SP, entre outros.

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Elbert Hubbard foi um editor, escritor, artista e filósofo americano nascido em 1856. Alcançou o sucesso ainda jovem, atuando como representante de uma marca de sabonetes. Ficou conhecido como fundador de uma comunidade de artesãos em Nova York e publicou muitos livros. Defensor dos grandes negócios e dos direitos individuais, foi um livre-pensador nada convencional e fez de tudo um pouco na vida, de vender sabão a estudar grego.

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Fred Inglis é professor emérito de estudos culturais na Universidade de Sheffield (Inglaterra), tendo lecionado como professor honorário de história da cultura na Universidade de Warwick (Inglaterra). Fez parte do Departamento de Ciências Sociais no Instituto de Estudos Avançados de Princeton (EUA) e escreveu mais de 20 livros, dentre eles: The Cruel Peace: Everyday Life in the Cold War, People’s Witness: the journalist in modern politics e Culture: key concepts in the social sciences. Breve história da celebridade (Versal, 2012) é seu primeiro livro traduzido para o português.

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Ordenado em 1951, estudou filosofia em Olinda e teologia em Salvador. Após a ordenação, foi para Roma, onde fez mestrado, especializando-se em história da igreja, disciplina que lecionou em várias faculdades e institutos de teologia. É autor de São Francisco – uma história sepultada sob ruínas (2003) e pela Versal publicou Igreja e Convento de São Francisco da Bahia (2009).

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Gilberto Gil tem um papel fundamental no processo constante de modernização da MPB. Sua importância na cultura nacional vem desde os anos 60, quando junto com Caetano Veloso criou o movimento do Tropicalismo, radicalmente inovativo no cenário musical e profundamente crítico nos níveis político e moral. Atuando na cena há cinco décadas, desenvolveu uma das mais relevantes e reconhecidas carreiras como cantor, compositor, guitarrista e Ministro da Cultura, cargo no qual permaneceu até 2008.

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Nascido em Madri, em 1957, Gregorio Doval é licenciado em jornalismo, mas também cursou psicologia, sociologia, psicologia social e filologia. Há mais de 25 anos combina a atividade de escritor profissional com a de roteirista, criador e diretor de programas de televisão, além de editor e diretor editorial. É autor de vários livros, entre os quais se destacam as biografias de Ronald Reagan, Juan Carlos I e Juan Pablo II; os tratados e manuais sobre história do cinema e história do automobilismo mundial; a enciclopédia Que saber em nosso tempo? e dicionários especializados.

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Jorge Hijjar

Jorge Hijjar é brasileiro, professor, graduado e mestre em engenharia, ex-militante político, viajante e apreciador dos clássicos da literatura. Já escreveu contos, poemas, teses acadêmicas e artigos técnicos. O Livro de Cesário é seu trabalho mais recente.

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João Luiz Silva Ferreira, mais conhecido como Juca Ferreira, nasceu na Bahia, é sociólogo e dedicou sua trajetória profissional à vida política e às ações culturais e ambientais. Foi líder estudantil secundarista e, em 1968, chegou a ser eleito presidente da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES). Durante sua última legislatura como vereador, em 2003, foi chamado pelo ministro Gilberto Gil a assumir o cargo de secretário-executivo do Ministério da Cultura, onde permaneceu durante os cinco anos e meio de gestão de Gil. Em agosto do mesmo ano, foi convidado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva a assumir o cargo de Ministro de Estado da Cultura. Ficou à frente do MinC até o final do Governo Lula e voltou ao cargo no segundo mandato do Governo Dilma.

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Graduou-se em história pela UFMG, em 1983, e realizou sua especialização em história moderna e contemporânea na PUC-MG. Tem mestrado e doutorado em história social pela USP, com pós-doutorado pela Universidade de Princeton. Entre 2008 e 2009, desenvolveu outro pós-doutorado, dessa vez na EHESS (École des hautes études en sciences sociales). É professora da UFMG desde 1992 e da Universidade de Lisboa desde 2005.

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Luciano Andrade iniciou sua carreira em Salvador no início da década de 1970, como cinegrafista. Depois, passou a trabalhar com cinema 35mm, tendo participado de documentários e curtas-metragens. A partir de 1977, dedicou-se integralmente à fotografia. Trabalhou nos principais veículos de imprensa do Brasil, entre os quais CartaCapital, Folha de S.Paulo, IstoÉ, Jornal do Brasil, O Estado de S.Paulo e Veja. Ganhou os prêmios fotográficos Nikon (1985), Esso (1985) e Abril (1983). Realizou exposições coletivas e individuais. Teve fotos publicadas em livros, revistas e jornais no Brasil e exterior.

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Obteve o título de doutor em história da arte pela Universidade do Porto, em 2001, e hoje trabalha como vice-diretor e professor da Escola de Belas Artes da Universidade Federal da Bahia. Pesquisador e grande conhecedor da arte sacra católica do século XIX, seu projeto de pesquisa foi o vencedor da 2ª edição do Prêmio Clarival do Prado Valladares, o que resultou no livro A talha neoclássica na Bahia. Com a publicação de sua obra, recebeu o prêmio Sérgio Milliet, da ABCA (Associação Brasileira de Críticos de Arte).

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Escritor e fotógrafo nascido em uma localidade de La Mancha, Velasco é um dos maiores divulgadores da história e da cultura viking em idioma espanhol, tanto pelos numerosos artigos, publicados em mais de trinta publicações espanholas e estrangeiras, como por suas publicações online (no site El Drakkar) ou em livros (entre eles o ensaio Tras las huellas de los vikings e os romances históricos La saga de Yago e Nacido em Vinland).

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Doutora em história, lecionou história da arte por mais de quarenta anos na Universidade Federal de Salvador, da qual hoje é professora emérita. Entre suas principais obras, estão Mobiliário brasileiro, Oficiais mecânicos na cidade de Salvador, Mobiliário Baiano e Abreviaturas.

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Graduada e mestre pela UFPE, doutorou-se em história pela Universidade Nova de Lisboa, onde atuou também como pesquisadora. É professora de história moderna da USP e pesquisadora do Centro de História da Cultura da Universidade Nova de Lisboa. Atualmente desenvolve um trabalho de pesquisa sobre o Brasil na cartografia portuguesa (1500-1650) e na área de historiografia moderna (séculos XVI-XVII).

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Filho do pintor e escultor Mario Cravo Junior, nasceu em Salvador no ano de 1947. Aos 17 anos, mudou-se com o pai para Berlim, onde começou a experimentar com escultura e fotografia. Estudou na Art Student League, em Nova York, sob a orientação do artista plástico Jack Krueger, um dos precursores da arte conceitual. Participou diversas vezes da Bienal Internacional de São Paulo, além de ter recebido diversos prêmios nacionais de fotografia. Sua obra faz referências à sua cidade natal e faz parte do acervo de diversos museus como o Museu de Arte Moderna de Nova York, o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro e o Stedelijk Museum em Amsterdã, entre outros. Publicou onze livros, entre eles Laroyé, Salvador e Eternal now. Faleceu em 2009, antes de concluir o projeto Exu Iluminado, em homenagem à obra de seu pai, publicado pela Versal.

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Moacir Werneck de Castro, foi jornalista, escritor e tradutor. Atuou como redator-chefe do jornal Última Hora e colaborador de vários órgãos de imprensa e foi assessor editorial da Enciclopédia Britânica. Traduziu obras importantes da literatura mundial, como O general em seu labirinto, de Gabriel García Márquez, e O jogador, de Dostoiévski.

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Nasceu no Rio Grande do Norte, onde graduou-se em Arquitetura e Urbanismo pela UFRN. É mestra e doutora na mesma disciplina pela USP. Foi vencedora da 10ª edição do Prêmio Odebrecht de Pesquisa Histórica – Clarival do Prado Valadares. Atualmente é professora de História da Arte, da Arquitetura e do Urbanismo no Centro Universitário Facex, em Natal.

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Oliver Marshall é historiador independente estabelecido em Londres. Publicou livros sobre a história da América do Sul e das migrações internacionais. Foi pesquisador associado do Centro de Estudos Brasileiros e do Centro de Estudos Latino-Americanos da Universidade de Oxford.

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Nasceu em Lima em 1971. É licenciada em educação com especialização em ciências histórico-sociais pelo Instituto Pedagógico Nacional Monterrico. Cursou também especialização em história na Universidade Nacional Mayor de San Marcos de Lima. Sua paixão pela história peruana a converteu em uma estudiosa de temas andinos.

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Regina Echeverria estudou comunicação na FAAP e iniciou sua carreira no jornalismo esportivo d’O Estado de S. Paulo mas foi no Jornal da Tarde que se consolidou como jornalista da música popular brasileira. Também trabalhou nas revistas Veja e Istoé na TV Bandeirantes, RedeTV e no SBT. É especializada em biografias, tendo retratado figuras como Elis Regina, Cazuza e Sócrates. Pela Versal, lançou A história da Princesa Isabel – amor, liberdade e exílio (2014).

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Roberto Rosa nasceu em São Paulo, em 1952, e graduou-se em economia. Após 10 anos administrando empresas, decidiu que encontraria um trabalho que lhe proporcionasse prazer. Enquanto administrava a Casa da Foto, na década de 1980, decidiu trabalhar com fotografia, tornando-se colaborador da Agência F4. Montou seu próprio estúdio fotográfico, trabalhou com publicidade e se estabeleceu atendendo a clientes privados.

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Silvia Miguens nasceu em Buenos Aires, em 1950. Participou de congressos internacionais sobre literatura e história, dedicando-se especificamente ao cruzamento entre história e ficção, com a participação destacada da figura da mulher. Sobre esse tema, dirigiu oficinas e seminários em universidades da Argentina e da Colômbia.

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Stefan Zweig

Stefan Zweig (1881–1942) foi um romancista, ensaísta, biógrafo e dramaturgo de origem austro-judaica, e um dos autores mais traduzidos e celebrados do mundo nas décadas de 1920 e 1930. Com a ascensão do nazismo, exilou-se na Inglaterra, em 1934, e depois estabeleceu-se com sua mulher, Lotte, no Brasil. Em 1942, vendo o avanço do autoritarismo na Europa e desesperançados com o futuro, Stefan e Lotte Zweig cometeram suicídio na cidade de Petrópolis, onde viviam.

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Espanhol de nascimento e brasileiro de coração. O jornalista acompanhou durante três anos a construção do estádio Itaquerão, que deu origem ao livro Arena Corinthians, lançado pela Versal em 2014.

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Ted Perry é roteirista, diretor e professor do Programa de Cinema e Cultura Midiática do Middlebury College, nos EUA. Em suas aulas discute temas como cinema de vanguarada, cinema norte-americano e filmes de diretores consagrados como Federico Fellini e Michelangelo Antonioni. Perry foi diretor do Departamento de Cinema do Museu de Arte Moderna de Nova York e lecionou nas universidades de Harvard, Texas-Austin e Iowa.

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